Mixhell - Iggor Cavalera (DJ)
- Confira a tosquice aqui.
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Burial toca o som que Darth Vader ouviria em seus dias de deprê mais aguda. O estilo é o dubstep, uma música lenta com muitos graves. "Raver", "Archangel" e "Untrue" são matadoras, mas não funcionam na praia, quando você estiver sussa tomando caipirinha.

Apesar de o comercial já ter virado um clássico, o produto em si não empolga. Tem exatamente o mesmo gosto dos sucos de caixa tradicionais, aquele lance ácido com gosto de casca. Mas, sejamos justos, eles entregam o que prometem: os gominhos.
Kate Nash se destaca por ser linda e ter músicas bonitinhas. A voz dela em alguns momentos parece a da Bjork na época do Sugarcubes. O único problema da Kate é que ela não larga aquele piano de cauda dos infernos nem quando a música é pra dançar.
Para fãs de terror, vale meia entrada em um dia chuvoso; para fãs de Sessão da Tarde, vale a inteira. Narra uma noite na vida do caçador de assombração (e também careteiro) John Cusack, que se vê às turras com um quarto de hotel possuído pelo capeta, o tal 1408. Bons sustos e um final crível –que foge do odioso "surpresinha no final".
Resenhado especialmente por Sérgio Vinícius

Levante as mãos ao céu e agradeça! A Eisenban é o que pode se chamar de uma cerveja da pesada. Feita na simpática Blumenau, segue a Lei da Pureza, criada em 1516 na Alemanha, em que somente o malte, o lúpulo, a água e o fermento podem servir de ingredientes para a danada. Disponível em diversos tipos: Pilsen, Ale e outras, a Eisenbahn desce que é uma beleza. É satisfação garantida!

A maioria das unidades são encontradas no Rio, mas também tem em SP. O destaque do bar são as cervejas e chopps de fabricação própria, com nomes de 'espécies' como loira (chopp claro), negra (chopp escuro), ruiva (Pale Ale) e índia (índia Pale Ale). Vale a pena experimentá-los para contar aos amigos, mas o Chopp Brahma continua sendo imbatível.
Veja onde ficam os botecos
Resenhado especialmente por André Gonçalves, a voz do Rádio
Nasce um clássico! Quem não ficou com vontade de assistir a essa pérola que atire a primeira teia-de-aranha. Genial! Com os astros Franco Franchetti como o protagonista e direção do grande Gianfranco Gatti. 'Nel cinema de summer de 1964! Per tutti la famiglia!'

Junte o pior plano maléfico da história do cinema e o título mais óbvio de todos os tempos, o resultado é um cult instantâneo onde Samuel L. Jackson quase dá risada entre uma cena e outra. Por ser tão tosco, chega a ser divertido.
Uma porcaria sem tamanho, que insiste em um final surpresa que passa por cima de qualquer tipo de coerência. Como era de se esperar, segue a linha dos outros Jogos Mortais, com um psicopata à solta (desta vez, JigSaw está morto), a polícia atonita atrás da identidade do criminoso e muito sangue e tripa escorrendo. Se você gostou dos filmes anteriores, vá com um pé atrás. Assista com uma sobrancelha erguida.
Resenhado com uma sobrancelha erguida por Sérgio Vinícius

As paredes decoradas com um tesouro futebolístico por centímetro é hipnotizante e o ambiente é descontraído. Pena que as porções são mirradas e o bar só serve chopp (e cobra caro). Lugar ruim para beber, mas bom para conversar.
Um desperdício de produção para um roteiro tão fraco. Tentam no filme fazer de São Paulo um Bronx Nova Iorquino, mas o máximo que conseguem é forçar no 'malandrês'. O filme vale por duas coisas: Rosanne Mulholland é um espetáculo e a participação ultra-especial de Tiririca como 'Elvis Brown', o impagável dono do puteiro local. Um dos melhores 40 segundos da história do cinema nacional. Dispense o resto.

Um paraíso de comida argentina no meio da escrota Av. Eliseu de Almeida. Atendimento primoroso, carne perfeita e Norteña geladíssima. Até a salada do lugar é memorável. Claro que tudo isso tem um preço, que é proporcionalmente caro.

É um Myth Buster: prova que os irmãos Young já fizeram um disco ruim. E a culpa é toda deles, que produziram o álbum e cagaram na mixagem. Mesmo na versão remasterizada, o som dos vocais e guitarras soam abafados, como se tivesse sido gravados em um estúdio de 20a categoria. Apesar de tudo, depois de ouvir Fly on the wall, você continuará amando AC/DC...

Garota de programa violada, engravidada e contaminada com HIV pelo próprio pai, um pastor evangélico. Isso daria um episódio típico desse seriado fodão. Não bastasse isso, a série ainda tem uma reviravolta por bloco, policiais abrutalhados e duas atrizes gatas nos papéis principais.

O festival teve água, cerveja e pontualidade. Com o cadáver do Tim Festival ainda quente, é difícil deixar de elogiar um evento por ele ser no mínimo profissional. Outra coisa boa foi botar a ala VIP em um lugar de destaque bem longe do palco. Assim, não ouvimos os artistas gritarem "Como vocês estão looooonge!".
O cara do Arquivo X (David Duchovny) prova que é um puta ator em uma série que lembra o formato da nacional "Mandrake", ou seja, anti-herói com tiradas engraçadas se metendo com mulher pelada. Fazia tempo que não aparecia um seriado tão bom.
Genial. Bem-produzido. Só para nerds. Os curtas mostram que fim levaram os caras do Street: Dhalsin taxista, Bison aposentado, Ken um burocrata broxa, Balrog segurança, Chun Li tintureira. E por aí vai. Obrigatório para quem perdeu o dinheiro do lanche com fichas de fliper.
Você (macho chauvinista) vai começar a rir nos primeiros 10 segundos do programa, e não vai parar mais. O elenco da sitcom é fantástico, e o roteiro é absurdo: imagine um "três solteirões e um bebê" com diálogos ácidos e Charlie Sheen (do inesquecível Top Gang) na sua melhor fase. A nova temporada está imperdível. Muito foda. Mesmo.

Orangina é um refrigerante francês estranho, na lata vem escrito:" fabricada com a autorização do proprietário da marca". Mas o negócio é pior que guaraná jesus rosa, é como uma Pepsi da Fanta. Mesmo assim, quando vc for a França, experimente. É diferente.

Excelente a apresentação do Chemical Brothers ontem no Credicard Hall, que sempre parece ser um lugar improvisado pra esse tipo de evento. As barraquinhas de cerveja na casa de show são mais feias que suas concorrentes no Largo 13. As músicas do disco We Are The Night agitam tanto quanto as velhacas. Ao vivo, Saturate, Do It Again e Das Spiegel ficam melhores ainda.

O prato estilo PF do Giraffas, por cerca de R$ 10, é honesto, mata a fome e não faz feio no sabor. Até o frango compactado, que substitui o filé de peito, é comível. Mas o atendimento do restaurante é uma desgraça: o prato fica séculos no balcão, esfriando, até uma atendente providenciar a bebida e chamar a senha.

Um paraíso (nerd) sobre a Terra: serve boa bebida e boa comida enquanto você brinca com os melhores jogos de tabuleiro do mundo. Tem do tradicional Pula-Pirata até o Banco Imobiliário temático dos Simpsons. Só não é perfeito porque fecha a meia-noite e é freqüêntado por gente feia (como este que vos fala).
Se não fosse a atuação monstruosa de Rafael Raposo (o Noel), o filme seria apenas burocrático e bem-intencionado. O cara é muito expontâneo, e faz o papel de adorável-canalha o filme todo de forma perfeita. A trilha sonora ajuda a disfarçar breguices como Camila Pitanga fazendo papel de puta, figuração de Supla e uma narrativa muito quadradinha.
Um bom filme.
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Um dos animes mais violentos que já vi e por isso mesmo um dos melhores. O anime é de 1993 e tem tudo o que a gente gosta, pilantragens, garotas venenosas, sexo, muito sangue e ação de primeira. Como nunca vão lançar uma versão no Brasil, procure nas lojas da Liberdade que vc acha o DVD-R com legendas em portugês. Existe uma promessa de uma continuação, além de uma série de tv com 13 episódios.

O bom e velho Punk Rock 77 com melodias grudentas e instrumental competente. Se você gosta de Stiff Little Fingers, Clash, Undertones, vai se esbaldar com eles. Aliás quem não gosta ou é ruim da cabeça ou doente do pé. Os caras estão tocando desde 2004 e no fim de 2006 gravaram essa segunda demo e acertaram uma nova formação. Ao vivo também é imperdível.
Confira o Myspace deles