Brasileirinhas - Louca pra dar o c* (filme pornô)
POR SUGESTÃO DA LIGA DAS SENHORAS CATÓLICAS, ESSE POST FOI REMOVIDO.
postBodyClass = '';
POR SUGESTÃO DA LIGA DAS SENHORAS CATÓLICAS, ESSE POST FOI REMOVIDO.
Resenhado por
Unknown
às
16:20
2
comentários

Sinceramente, a aparência semelhante a um generoso pedaço de argila não é das melhores, mas para quem curte as tradicionais bananinhas Paraibuna, a versão sem açucar é deliciosa. Menos enjoativa, realça o sabor de banana e satisfaz com apenas uma unidade. Não coma tomando água, pois terá a sensação de que um bloco caiu no seu estômago.
Siga o Resenha em 6 pelo Twitter
Resenhado por
Charlones
às
12:27
6
comentários
Decoração oriente-médio contemporânea, ambiente mto confortável, poucos garçons, dono japonês, Listerine no banheiro, milhares de opções de kebab (inclusive doces) e preço quase razoável. Vale mto a pena! O kebab grande é gigante, o homus não é o melhor mas é bom e aceita VR! Vá no dia dos namorados e gaste sem culpa!
Estacionamento gratuito, cerveja gelada, petiscos e barraquinhas: a feirinha de quarta no Ceasa é um programa dos melhores para ir com os amigos. O público é formado por trabalhadores da região que se reunem para beber e beliscar porções de pernil, calabresa, pastel, bolinho de bacalhau e outras delícias hipercalóricas. Você também tem a opção de comprar frutas, legumes e verduras, mas deixa de viadagem.

Na esquina da Fradique Coutinho com a Aspicuelta, o Zeppelin é um boteco simpático, que corre por fora da briga dos badalados Posto 6, São Bento e cia. O chopp é caro, mas tem cerveja em garrafa gelada, a chapa de picanha é cara, mas tem uma mista mais em conta. Vale a pena ir no sábado a tarde, garantir uma mesa na calçada e abastecer os ouvidos com chorinho ao vivo de primeira linha. Tem feijuca, mas não sei dizer se é boa.
Siga o Resenha em 6 pelo Twitter
Resenhado por
Charlones
às
18:21
1 comentários

Minha família inteira adora os biscoitos. Mamãe ama o 'ervas finas', eu o 'presunto'! Mas, ultimamente o recheio anda sumido. Vem até biscoito com biscoito. Os que tinham recheio, vinham com tão pouco que nem dava para ver! Gostaria que voltassem ao normal. As vendas aumentariam, pois não sou só eu a reclamar!
Resenhado por
Unknown
às
17:47
1 comentários
Lamentávelmente, os mesmos erros primários de 'Fiel' são repetidos no novo documentário. Aliás, nem dá para chamar de documentário. O remendo de entrevistas irrelevantes com poucas imagens inéditas faz lembrar uma matéria do Esporte Espetacular. Salvam o DVD os bons depoimentos do Neto e a épica narração de Osmar Santos. Duas pérolas que, sozinhas, já justificam a compra.
Resenhado por
Unknown
às
10:11
5
comentários

Sujo, caótico e pessimista, o filme mostra a boca do lixo da baixa Augusta com rigor quase documental. O roteiro envolve os personagens numa espiral de cagadas e frustrações, que vai piorando a cada minuto. Seria melhor, se o filme acabasse uns 20 minutos antes. Mas, mesmo assim, é melhor assistir um pouco de realidade no cinema do que aqueles clichês com nordestinos miseráveis ou cariocas atléticos e promíscuos.
Quem tem algum sangue italiano nas veias vai se identificar de cara com o clima do filme. Um desempregado de 40 e muitos anos vive cuidando da mãe e fugindo dos credores. Por acidente e pra amenizar seus problemas de grana vira babá de um grupo de velhinhas. Em pouco mais de uma hora vemos o desempenho do rapaz durante um feriadão em Roma. Buono e semplice, come il pane.
O game tem acabamento meia-boca e exige uma certa dedicação. Dois defeitos graves que acabam soterrando acertos gigantescos como usar as vozes de todo o elenco original dos filmes e o desenvolvimento de um roteiro que faz referências muito fiéis à todo o universo dos Caça-Fantasmas. A idéia foi boa, mas a execução não foi.

O filme é um puta engodo. Simplesmente pegaram o roteiro do primeiro e mudaram uma coisinha aqui e outra ali. Fica tudo muito previsível e sem graça. Como o Ghostbusters I é foda, a sequencia não é de todo ruim porque ainda tem boas piadas e um orgulho de ser nova-iorquino muito contagiante.

Os ícones pop que criaram o universo dos Caça-Fantasmas são mostrados em uma sequencia matadora. A música tema, o Ecto-I, o Geléia, o Stay Puft... Mas o grande lance é a atuação de Bill Murray. No auge da forma, o cara transforma um filme água-com-açúcar em um puta clássico por colocar uma pitada de humor sofisticado em uma história nerd e previsível.

Danusa Leão sempre teve consciência de circular nas rodas do poder, mas lendo sua biografia parece que ela nunca se iludiu com isso. Longe de ser uma “dondoca posso tudo”, Danusa mostra os momentos em que teve que ir à luta, pois um bom nome nem sempre é garantia de estabilidade. Acho que quero ser ela quando eu crescer. Mas sem as plásticas.
O público é parte do show - das mais divertidas. Público do LJ: gente bem tratada, alto astral, hippie-chique. Muita mulher bacaninha, mais do que na maioria dos shows. Cá e lá gente com estampa mais rocker. Para tal platéia, som sob medida: Beach Boys, 70’s, hippie, assoviável, feliz e um quê melancólico. Despretensioso e rápido – durou 1 hora mais ou menos. Os fãs foram ao delírio. Eu sorri e segui o ritmo com a sola dos pés.
O teatro Procópio Ferreira estreou neste final de semana o musical Avenida Q, adaptação brasileira de um grande sucesso da Broadway. São atores do primeiro escalão de musicais nacionais, como André Dias, Claudia Netto, Mauricio Xavier e Sabrina Korgut, interagindo com oito divertidos bonecos. As músicas e a história são muito boas e transformam as opiniões de qualquer um que seja avesso a musicais.
Resenhado por
Raphael Quatrocci (@quatrocci)
às
10:48
1 comentários
Depois de Borat, a expectativa era grande. Mas o filme é irregular. As cenas ensaiadas aparecem muito mais, principalmente na primeira metade do filme, que se arrasta até chegar na segunda metade, quando o filme melhora, e tem ótimos momentos, como as sequências impagáveis dele no programa de TV, com os pastores, e na luta livre, o ponto alto. Mas dava pra aproveitar muito mais o tema. O repórter cazaque é melhor.
. Resenha feita pela Daniela Madureira
. Fique esperto. A distribuidora brasileira lançou uma versão censurada nos cinemas
. Leia outras resenhas de filmes
. Siga o Resenha em 6 pelo Twitter
Resenhado por
Felipe Madureira
às
09:06
2
comentários

Biografia do Tim Maia.Eu não sabia que o Nelson Motta escrevia bem. Ele conta as histórias impagáveis do Tim Maia. Dá para dar muita risada. Loucuras a parte, o livro é bom e dá para ler numa tacada só. O cara era louco de pedra. Sabe aquele amigo seu que é totalmente sem noção? Assim era o gordinho mais simpático da Tijuca. Um dos melhores livros que li no ano.
Resenhado por
Priscilla
às
10:18
2
comentários

Ninguém com mais de 13 anos dá muita bola para o VMB, mas é legal quando uma banda batalhadora e talentosa como os Autoramas são indicados lá. Votei neles e acho que todo mundo que já foi num show deles também deveria votar. Os caras são foda. Muita simplicidade e um puta som.

É uma balada com boteco ou um boteco com balada? Enquanto você tenta descobrir qual é a da Praça Madalena, você enche a cara e ouve bastante samba ao vivo. O lugar é pequeno e sempre falta mesa, daí o jeito é se integrar ou então chegar mais ou menos cedo para arrumar uma base fixa. De um jeito ou de outro, o ambiente agrada.
A bolacha de 1966 é didática e classuda, para qualquer um que ouvir sair dizendo que manja de Bossa Nova. E não é para menos. O Easy Listening é garantido com arranjos primorosos de piano, a bela voz da moça (que não compromete no inglês) e o repertório que vai além daquelas músicas mais manjadas. Som excelente para tudo quanto é momento.
Em matéria de vergonha alheia e humilhação em rede nacional, nada chega perto de 'Em nome do Amor'. Além da clássica música tema e da inesquecível pergunta "é namoro ou amizade?" o programa traz o lado mais sádico e filho da puta de Silvio Santos. Além de não conseguir ser tirado por ninguém, ele alopra todo mundo. Nesse vídeo, os highlights.
Resenhado por
Unknown
às
09:06
2
comentários

Após 15 anos de hiato, processos nas costas e estadias em clínicas de reabilitação, enfim o Axl Rose lançou o tão polêmico álbum. A pegada não é mais a mesma, o Slash não está mais presente e alguns elementos eletrônicos fazem parte do som do Guns N' Roses. Apesar dos percalços, Axl está com o mesmo timbre de voz que o fez um ícone do rock. O disco não é nenhuma pérola, está bem produzido e faz ressurgir um certo saudosismo.
Siga o Resenha em 6 pelo Twitter

Só porque a música é trash, o lugar não precisaria ser trash. De qualquer forma, a galerinha nem parece ligar para a falta de requinte do Darta Jones. Com decoração de puteiro vagabundo, o lugar ferve com músicas ruins de todas as décadas. O lance é chegar bêbado lá e fazer sua melhor imitação do Magal. Será barato, constrangedor e divertido.
Resenhado por
Unknown
às
13:06
1 comentários

É um pico de playboy e intimida um pouco até pelo endereço (Oscar Freire), mas no final das contas é um pub bem acolhedor, do mesmo nível do O'Malleys só que não tão cheio de gente quanto o O'Malleys. Até as atrações são iguais: brejas gringas, show de blues e decoração "importada". Um bom lugar para torrar dinheiro (só fuja dos drinks... muito fracos).
Pub do lado caro da Paulista, já fechado e aberto por vezes, é carregado de gringos e simpatizantes, novos e velhos, andando entre os ambientes de sinuca, charuteria, show e das mesinhas. Com muitas opções de cerveja, o lugar traz lembranças a qualquer um que já tenha ido a um pub fora de Brasil, inclusive pelos pints de Heiniken a R$ 8 e pelo rock/blues bem tocado. Vale a pena!
Resenhado por
Unknown
às
09:06
3
comentários
Resenhado por
Raphael Quatrocci (@quatrocci)
às
00:19
3
comentários
Para quem curte essa nova leva de bares descoladinhos em São Paulo, o Squat é uma boa opção. Do mesmo povo da Funhouse e do Exquisito, a decoração do enorme bar é feita com doações de objetos típicos de todo o mundo. Ele rola até tarde, mas o pico mesmo é até as 2h. O chopp da Brahma sai por R$5 e ainda rola Guinness e Erdinger. O som ambiente varia de Radiohead a Beastie Boys.
Resenhado por
Unknown
às
13:00
7
comentários

O bonito lugar parecia saído de um filme. Chopps e caipirinhas não muito boas, não tão caras. O som aos que gostam da musica brasileira é razoável, 3 ambientes: uma menina cantando MPB, uma banda de pagode chique e um samba tocado por mulheres, que não vi, mas que devia ser o melhor por ser o mais caro. Boteco pra levar amigo gringo.
Resenhado por
Unknown
às
09:06
2
comentários

O convite era para a estreia de uma comédia leve. Tolinho! A peça Mãe é karma, do diretor Elias Andreato, incomoda. Os primeiros minutos são terríveis (talvez pelo nervosismo dos atores), mas até o final você muda de opinião. Mais do que ótimas sacadas, Mãe é karma faz uma pequena análise de qual é nosso real objetivo neste planeta. Costumo achar genial quando a melancolia é demonstrada com a comédia.

Melhor produzido que o primeiro e mais famoso disco dos franceses, Bande à part repete a fórmula de regravações de clássicos dos 80 com um toque sofisticado. A moça sussurra e a sanfona é usada da forma mais minimalista e elegante possível. Até Billy Idol fica chique.
Resenhado por
Unknown
às
10:06
1 comentários

A série mais legal do momento, tem tudo o que é bom nessa vida: sacanagem, vampiros, telepatas, transmorfos, brigas e até umas capetices de leve. Tudo ambientado na lousiana, com um sotaque redneck até o caroço. A segunda temporada está passando na HBO atualmente.

Dentistas recomendam trocar a escova de dente a cada 3 meses. Sigo quase à risca esta regra, não fosse pelo fato de sempre confundir a palavra meses com anos. Escolhi esse modelo da Oral-B com uma borrachinha áspera na parte de trás. Sua função é limpar as bochechas e a língua. A sensação é a de escovar os dentes com uma lixa de parede. Ou de mastigar um espetinho de porco-espinho.
Resenhado por
Raphael Quatrocci (@quatrocci)
às
18:29
1 comentários
Lembra quando vc era garoto e pirava nos Comandos em Ação? Aqueles carros incriveis? Aviões q faziam as manobras q vc queria? Isso é o filme do GI Joe, ação e ponto, umas bonitonas pra pontuar (podia ter mais). Logico q tem umas palhaçadas q os blockbusters sempre tem, como por exemplo as mascaras do Snake Eyes (boquinha de borracha, porra!!) e do Comandante Cobra, mas não compromete em nada. Pura diversão.

Procura um rodízio de japa honesto por menos de 30 pilas? Yokozuna é lugar. Sem frescuras, o ambiente tá mais pra almoço com a rapaziada da firma do que jantar com a patroa, mas o peixe nunca me deu caganeira. Peça o temaki de salmão FATIADO, bom pacas. Fica perto da Teodoro Sampaio, ótima localização caso você queira fazer a digestão procurando novos móveis pra sua casa.
Resenhado por
Raphael Quatrocci (@quatrocci)
às
23:27
3
comentários

O álbum poderia ser histórico e genial se os caras fizessem todas as faixas no mesmo estilo de "Fire" e "Where Did All the Love Go?", ou seja, misturar a pegada de rock alternativo com um baixo fodão de 'disco music' no melhor estilo tempos da brilhantina. Como não fazem isso, as outras músicas parecem capengas, chatinhas, comerciais demais. Simplesmente não funciona.
Resenhado por
Unknown
às
11:15
1 comentários

É, povo com mais de 25 anos, o Matrix da V. Madalena AINDA existe. Lá, AINDA tocam as mesmas do Pixies e do Strokes. Lá, AINDA é lotado para caralho. Lá, AINDA tem aquele brechó bizarro nos fundos. O que mudou? Entrada mais barata e duas mesas de sinuca nos fundos. Vale a pena pela nostalgia e para fugir dos clichês mauricinhos da Vila. E só.
Resenhado por
Unknown
às
14:59
4
comentários