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19 de dez. de 2010

Parque Arauco (Especial - Santiago)


Shopping de alto padrão, tem três grandes lojas de departamentos, Ripley, Falabella e Paris, bem como grandes marcas como Puma, Oakley e Adidas, além da praça de alimentação externa com música ao vivo. Os preços são ridículos comparando com o Brasil, principalmente de vestuário. Nele também tem o supermercado Tottus, com cervejas e chocolates a preços bem mais acessíveis que no Brasil, além da variedade superior a do Duty Free.

  • Visite o site do Parque Arauco (não confundir com Acapulco)
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  • 17 de dez. de 2010

    Barandiaran (Especial - Santiago)


    Restaurante peruano no Patio Bellavista que possui o slogan mais criativo que já vi: "Ayer, hoy, mañana y siempre". Comida riquíssima, recomendo Ceviche de entrada (um prato serve duas pessoas) e para prato principal, o Arroz Chaufa Especial, que é arroz temperado com frutos do mar, lembra paella de certa forma, mas é melhor. Mesmo sendo um pouco caro e os pratos demorarem muito (levou pouco mais de uma hora), vale a pena.

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  • 14 de dez. de 2010

    Mercado Central (Especial - Santiago)


    Uma versão mini do Mercado de SP, substituindo o pastel por muitos frutos do mar. Ao que me pareceu, todos os restaurantes são iguais e servem a mesma coisa, brigando à tapa por cada cliente convidando-o para entrar. Mesmo não tendo muita coisa, é uma parada obrigatória pra pelo menos dar uma olhada e sentir um pouco de nojinho.

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  • BordeRío (Especial - Santiago)


    O rolê dos playboys e bem nascidos, é uma espécie de Pátio Bellavista na versão de gente rica. São nove restaurantes de todas as especialidades, onde posso destacar o Le Due Torre, que serve pratos variados, como carnes, massas e frutos do mar. O Spaghetti ao molho carbonara é muito bom e muito bem servido, compensando cada um dos quase 8 mil pesos gastos.

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  • Brahma Extra (Especial - Santiago)


    Fiquei assustando com a qualidade, achei que era qualquer porcaria mas tinha bastante malte e lúpulo só no aroma. Desceu completíssima com uma feijoada, briga pau a pau com uma Stella Artois ou Heineken. Uma pena nunca ter me dado ao trabalho de tomar uma no Brasil. O preço é bacana, não é cheia de frescuras e admite qualquer situação.

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  • Completo Gigante do El Portal (Especial - Santiago)


    Aviso logo no começo que é uma resenha meio bicha, embora eu não seja. Um dos maiores hot dogs que já vi, segue bastante o estilo americano. Coberto com tomate e uma maionese muito boa, uma camada de repolho faz o meio de campo muito bem. Se tivesse queijo, seria com certeza uma das maiores tentativas de delícias no quesito "abaixo de CLP 2000".

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  • Cerro Santa Lucía (Especial - Santiago)


    Minha avó sempre dizia: "Pra descer, todo santo ajuda". Santa Lucía não me ajudou nem um pouco, filha da mãe. A vista de fato compensa, podemos ver o centro de Santiago numa boa. Pessoas com coração, pulmão ou joelhos fracos não são bem vindas. Nem pra subir, nem pra descer. Não recomendo o acesso "por trás", uma vez que o caminho é perfeito para escorregões memoráveis.

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  • 13 de dez. de 2010

    Cerveza Kunstmann Torobayo (Especial - Santiago)


    Cerveja 100% chilena, provavelmente uma das melhores pale ales que eu já tomei. Bem equilibrada, aroma e sabor sugeriram malte e lúpulo, notas florais, ótima drinkability, bastante corpo e carbonatação na medida. Não é a cerveja preferida de quem bebe direito à toa, não tem frescura nenhuma e seria bem aceita se fosse exportada para o Brasil.

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  • Plaza de Armas (Especial - Santiago)


    Praticamente a Praça da Sé chilena, é o pico onde tudo acontece. Nela se encontra a Catedral, que é simplesmente uma... catedral grande. Logo ao lado, há uma galeria com boxes estilo Stand Center e uma infinidade de restaurantes que vendem exatamente a mesma comida, aquela que no Brasil seria vendida na rua por carrinhos ou Towners com fogão e toldo atrás.

  • Desça na estação "Plaza de Armas" do Metrõ, linha verde.
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  • Cerveza Escudo (Especial - Santiago)


    Mesmo tendo rótulos de qualidade, é a cerveja mais tomada no país principalmente por ser barata (uma taça de Stella Artois custa o mesmo que uma garrafa de Escudo). Essa Itaipava chilena, um pouco mais forte que as hermanas brasileiras, só serve pra você ficar mamado com gostinho de cerveja passada, urina e poeira da caneca suja.

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  • La Casa Club (Especial - Santiago)


    Custou 3 milzão pra entrar (pouco mais de R$ 12,00), é um espaço legal com mais ambientes que eu pude contar. A música é boa, nada muito diferente do que tocam no Brasil atualmente, e a bebida é bastante cara, saindo mais ou menos 20 mil por rodada (algo como R$ 80,00). A galera não é bonita, não é educada, e as chilenas não sabem dançar.

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  • Bairro Bellavista (Especial - Santiago)


    O bairro boêmio da cidade, perto das universidades e com os bares lotados, diria que é uma Augusta misturada com Vila Madá. Uma das ruas tem os botecos, aos montes. Na paralela, apenas restaurantes. É onde tem o Patio BellaVista, espécie de shopping com mais bares e restaurantes. Com certeza merece uma visita.

  • Visite o site do Patio Bellavista
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  • Metrô (Especial - Santiago)


    Lotado e quente, assim como em São Paulo, mas muito fácil de andar por serem só cinco linhas rodeando a cidade. As tarifas variam ao longo do dia, sendo 580 pesos no horário de pico, 520 em médio tráfego e 480 quando há menos movimento. É possível comprar uma espécie de Bilhete Único, custando 1200 pesos e a recarga mínima é de 800. As estações são bagunçadas, mas logo você se encontra.

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  • Aeroporto de Santiago (Especial - Santiago)


    Se Deus quis fazer um aeroporto com pessoas confusas, escolheu Santiago para tal. Apenas três guichês estavam disponíveis para atender dois vôos chegando ao mesmo tempo, o que ocasionou a demora de quase uma hora para dar uma carimbadinha de merda no passaporte, enquanto nenhum funcionário sabia dizer em que esteira as malas estavam.

  • E assim começa o Especial Santiago, com resenhas de tudo quanto é coisa chilena
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