2 de abr. de 2006

Black.White (série de TV)


Imagine um reality show em que duas famílias, uma branca e a outra negra, trocam de raça. O explosivo Black.White faz isso mesmo. A família negra é de classe média, inteligente mas ressentida - sobretudo o homem, que se considera duplamente discriminado (ele é pardo). Entre os brancos, destaque para a mulher, incrivelmente arrogante. Ainda não estreou no Brasil, mas você pode fazer o download aqui.

31 de mar. de 2006

Filhos do Carnaval (série de TV)


Aplausos para Filhos do Carnaval. É a história de um bicheiro (Jece Valadão), cujo filho querido morre. Os três restantes, dois bastardos, disputam a preferência dele, que não dá a mínima para ninguém. Tem palavrão, chifre, mulher neurótica, suicídio, puta, droga, favela e carnaval. Uma verdadeira minissérie brasileira. Horário: domingo, 22h, na HBO.
PS: ainda assim, a primeira série latina do canal, Epitáfios, é melhor.

29 de mar. de 2006

Crash (filme)















Entende-se por que os produtores não acreditavam que Crash levaria o Oscar de melhor filme. Não por causa de Brokeback, mas porque o filme é medíocre. Vai bem até certo ponto, entrelaçando histórias de personagens distintos. Mas desanda quando tenta provar que ninguém é 100% bom ou 100% mau, em situações de teste para os bons e de redenção para os maus. Quero gostar de personagem pela personalidade, não por dó.

Go with the Flow (clipe)


A melhor banda da década, Queens of the Stone Age, em seu melhor clipe. Repare nas cores, nos efeitos especiais, nos símbolos. E a música também é boa. Clique aí em cima pra conferir.

21 de mar. de 2006

Boa noite, boa sorte (filme)


O filme é didático: mostra que os americanos são extermistas e paranóicos há muito tempo e em vários assuntos. A estória mostra um confronto entre o jornalismo engajado e o comercial. George Clooney, diretor e coadjuvante, acertou a mão em fazer um filme curto. Se tivesse mais 5 minutos, Boa noite e Boa Sorte seria chato. Então veja no cinema, na TV vai dar sono. Se estiver tentando parar de fumar, não assista.

19 de mar. de 2006

At Folsom Prison (CD)













Pode reparar. Megashows de bandas ultrafamosas fatalmente rendem CDs (hoje em dia, também DVDs). E como são chatos. Não é o caso de At Folsom Prison (1968). Sem ser a Rita Cadillac, Johnny Cash faz 2.000 presos delirarem com seu setlist criminal. Energético, bem-humorado, tenso ou até religioso, ele te leva para dentro da penitenciária. Usando o mesmo termo da reconstituição do show em Johnny & June, é de arrepiar.