Depois de décadas, dá vontade de ser Bond de novo. O agente é violento, mulherengo, alcoólatra e o longa abusa das locações estonteantes. Só peca por ser muito longo. Filme para ver com o irmão mais novo e sem a namorada.
Filme alternativo, sujo e nacional, com alguns bons momentos de humor. É um grande absurdo ter sido feito com dinheiro público, mas aí são outros quinhentos. Bom para assistir bêbado.
Mistura quase perfeita da grosseria tradicional napolitana com as frescuras dos Jardins. Os preços são salgados, mas a sardela e os pratos fartos valem a pena. Infelizmente o melhor prato da casa, o filé à parmegiana gigante, só é servido em porção para quatro famintos
Boa e tradicional cantina no Largo do Arouche. Tem muita fama, mas os preços são em conta e o ambiente é bastante agradável. Os pratos custam uns R$ 30 e a jarra de vinho R$ 10. Nada de toalha quadriculada na mesa e camisa de time no teto. As massas são boas, mas não têm o tradicional e esperado exagero das porções autenticamente italianas.
Um clássico esquecido, mas obrigatório. Pelé e Sly juntos para derrotar um time de nazistas. É quase um filme dos Trapalhões, só que explora coisas interessantes da Segunda Guerra, como a Paris invadida, a abstinência de futebol e os campos de prisioneiros sem massacres bizarros. Divertido e educativo!
Para Adria: "um novo conceito de macarrão instantâneo", que é "saudável porque não é frito". Para um ser humano comum: lixo. É aguado, sem gosto, um desrespeito ao macarrão tradicional e também ao miojo. Não vale os R$ 0,25 que custa.