27 de jun. de 2007

Ya Dog! (MTV)


Apesar de apelar para a tecnologia e o efervescente mundo das modinhas on-line, o programa parece ter sido produzido em 1998. A apresentadora faz careta para falar “download”, “link” e “YouTube”, como se essas palavras fossem novidades. A mocinha não é culpada por tudo: a produção planeja quadros emocionantes, como descobrir quem é o dono de um computador olhando um printscreen da área de trabalho.

Bar Submarino Amarelo (boteco)


Bar tosco localizado no Ipiranga, com paredes em madeirite forradas com vinis dos Fab Four e pinturas de gosto duvidoso. Tudo parece ter sido feito nas coxas, mas com um detalhe importante: bandas cover dos Beatles. Para fãs dos 'quatro rapazes de Liverpool' vale a pena. Para os não fãs, não há atrativos. Maiores informações no site.

26 de jun. de 2007

The White Stripes - Icky Thump (CD)


Tem tanta afetação setentista que parece um disco de banda antiga, mas, mesmo assim, tem seus méritos. As músicas mais pesadas têm jeitão de clássico, e as baladinhas não são tão melosas assim. No cenário da música atual, até que Icky Thump vai bem. Serve para fugir dos clones de Strokes, emos, homos e derivados.

25 de jun. de 2007

Beatallica - Sgt Hetfield's Motorbreath Pub Band


Quem em sã consciência misturaria Beatles com Metallica? Uns americanos malucos fizeram e ficou legal demais! Já no terceiro álbum e com uma série de processos por parte dos quatro (agora dois) rapazes de Liverpool, o Beatallica firma-se como a mais original cópia de duas bandas simultâneamente. CD? Só importado. Ouça "Ktulu (He's So Heavy)".

Cuma? (camisetas)


As estampas fora dos padrões "fashion" garantem visual descolado. Com estilo kitsch – ou por vezes trash – se destacam alguns modelos como "Dadinho é o caralho!" e "Mussum Forevis". Apesar de indicada para quem tem estilo desencanado, apenas artistas em geral têm licença para usar no ambiente trabalho. Confira mais modelos na loja virtual . A dica: não erre no tamanho, pois não há trocas.

O ano em que meus pais... (DVD)


Filme certinho demais, entediante, previsível. Com um elenco infantil digno de ‘Turma do Didi’, "O ano" mostra um mundo onde todos os carros são lustrados e todo mundo fala português corretamente. Para completar, o roteiro se desenvolve mal e pouca coisa acontece entre o começo e o final do longa. São 104 minutos de tédio. Nem o nome do filme é bom.