30 de ago. de 2007

Bonés Importados (pano) + (semana retrô)



Mania no começo dos anos 90, os bonés importados estavam na cabeça de 9 entre 10 garotos dessa época. Não importava se havia identificação com o time ou com o esporte (geralmente basquete e futebol americano), o importante era a "aba verde" e as "oito costuras" na mesma aba. Sem contar a indefectível pergunta: 'É original?', e a verificação da etiqueta. Se tivesse um "falsiê" ficava feio na foto. Bons tempos.

Gini Limão (refri)+(semana retrô)



Clássico dos gaseificados, o delicioso e opaco líquido de coloração próxima ao verde tinha limão de verdade. Não era muito doce, gelado uma delícia, das sodas limonadas nunca bebi nada tão saboroso. Em meados dos 90 voltou timidamente ao mercado, em embalagens pet que o fez perder o visual vintage da gloriosa garrafa de vidro. Uma pena não existir mais no Brasil.


Resenhado especialmente por Charles Franco

29 de ago. de 2007

Funk-o-metal - (música) + (semana retrô)


O estilo surgiu no início dos anos 90 para o bem da cena musical. A clássica Higher Ground, (cover) dos Chili Peppers, foi hino, estigmatizando o ótimo Flea como bass hero. Mas no Brasil o Faith No More levou toda a glória e, mesmo com uma não-banda, seu ex-vocalista Mike Patton ainda faz shows por aqui. Do suingue com guitarras, ainda vale mencionar Hippies Hate Water, Big House Burning e John the Fisherman.

Raimundos - Lavô tá novo (CD)+(semana retrô)


Nem parece, mas já faz 12 anos que os Raimundos queriam ver o oco. Incrivelmente o som do CD continua (ao contrário da banda) muito bom para quem gosta de rock rápido. As letras são engraçadas e justificam todo o sucesso que a banda fez nos anos 90. Vale a pena ouvir de novo.

28 de ago. de 2007

Pogobol (semana retrô)


O "Saturno" de cores berrantes chamava atenção, mas a alegria da criançada acabava quando se descobria que subir na parada era tarefa árdua. E esse era o negócio: era desafiador e estimulante. Bolhas no tornozelo e cãimbras não raro acompanhavam os astros do Pogobol. Eu era um deles, e posso dizer: quem dominava o negócio ganhava ponto com a mulherada _digo, com a pivetada.


resenhado especialmente por Arcon

O Menino Maluquinho (livro)+(semana retrô)


Apesar de ter pouquíssimo texto, a obra de Ziraldo é uma biografia emocionante com começo, meio e fim. O moleque é muito louco, aprende a gostar de futebol, mas precisa estudar e crescer. E acaba se transformando no pai. Ótima opção para ser 'o primeiro livro da vida' dos seus filhos.