23 de fev. de 2008

The Girls of the Playboy Mansion (reality)


A mansão da Playboy é uma disneylândia de tão artificial, o esquema do programa lembra um 'Aprendiz' com putas e, o pior de tudo: as moças não aparecem peladas. A idéia é genial, mas o programa não presta.

21 de fev. de 2008

Antologia Chiclete com Banana (HQ)


Mais do que uma coletânea, a Antologia de Chiclete com Banana é um resgate histórico da produção de melhor nível dos cartunistas Angeli e Glauco. Depois disso, os caras se acomodaram, mas daí já é outra história. Compra obrigatória, muito foda (custa R$ 7,95). Só fique esperto porque a Antologia é em vários volumes e não em uma revistinha só.

  • Vem com um pôster dos Skrotinhos.
  • E tem a incrível fotonovela do Pequeno Lobatinho
  • Nossa comunidade no Orkut está repleta de intrigas, promessas e traições!

20 de fev. de 2008

Halls Melancia-Lyptus (drops)


Tudo poderia ser melhor. A começar pelo cheiro enjoativo, passando pela embalagem e terminando no gosto bem fraquinho, que não parece Halls, não lembra melancia e nem refresca como qualquer coisa de eucalipto (se é que lyptus quer dizer eucalipto). É impossível consumir um pacote inteiro. Compre, experimente e depois ofereça para os seus (pobres) amigos.

  • Esse outro blog achou o Halls Melância um dos piores doces do ano!

Picolé de Guaraná Antartica (sobremesa)


Boa idéia, execução medíocre. Além de não ter gosto de nada, o picolé é grudento e tem uma aparência abominável --lembra um pedaço de cola de sapateiro, mas não traz os mesmos benefícios. Enfim, mais um golpe de marketing bem executado. Pena o sorvetinho ser tão ruim.

19 de fev. de 2008

Paulinho da Viola - Eu canto samba (CD)


Nunca entendi porque tanta gente admira esse cara. Depois de ouvir este CD, continuei sem entender. Espécie de Elymar Santos para ricos, Paulinho tem letras com palavras difíceis e um sambinha puxado para a bossa-nova. Dá sono e dá para começar a ouvir uma música, ir tomar uma água, e voltar a ouvir a mesma música sem perceber que ela continuou. Sou mais Bezerra, Moreira e Dicró.

18 de fev. de 2008

A culpa é do Fidel (cinema)


É igualzinho a Kamchatka (ARG), "O ano em que meus pais..." (BRA) e mais uma penca de filmes que mostram os filhos dos comunistas. É a mesma aposta em atores-mirins, finais inconclusivos e roteiros com críticas equidistantes à direita e à esquerda. O diferencial de "A Culpa" são as excelentes piadas, que valem o preço do ingresso.