19 de nov. de 2008

Hancock (DVD)


É um filme meia-boca por vários motivos, mas, o principal deles é não ser uma esculhambação do começo ao fim. Em vez de ser meio-comédia, meio-aventura, o filme poderia ser só comédia e aí sim mereceria uns elogios. Mais uma vez Will Smith mostra que é um palhaço como herói, e um herói como palhaço. Hancock leva um 4,5 por desperdiçar a excelente idéia de mostrar um super-herói alcóolatra no cinema.

18 de nov. de 2008

Thriller by Golimar (videoclipe)


Michael Jackson deve se sentir humilhado ao ver os passos e a interpretação de Golimar, nessa releitura de seu maior clássico. Aliás, palavras são desnecessárias para descrever toda a graça e elegância do dançarino hindu. Enfim... ou você nasce com bom gosto ou você é indiano.

Chácara Santa Cecília (restaurante)


No almoço é servida comida simples, farta e muito bem-feita, num ambiente com decoração de nível internacional (daquelas que os gringos querem ver quando vêem ao Brasil). Você pode se entupir no buffet enquanto aprecia as árvores e uma musiquinha legal. De noite é balada de happy hour até para quem gosta de dançar. Um puta lugar.

Sexy Ellaine Alves (revista)


Afe mainha! Em Nazaré das Farinhas não tem morenas desse tamanho. Lima Barreto diria que a moça "é bem fornida de carnes, roliça". E acreditem: a boca carnuda dela chama atenção mesmo no ensaio nu. Vale a pena conferir.

11 de nov. de 2008

Sushi Los Ruas (comida japonesa)


O nome surreal do restaurante explica bem o que rola em suas mesas: uma leitura nada tradicional da comida japonesa. E isso é bom. Quem pedir o "festival" vai comer de tudo um pouco (temaki, yakissoba, misoshiro, peixe grelhado) e depois vai se esbaldar em uma táboa de sushi gigante (como a da foto acima). É mais barato do que restaurante de shopping e a comida é boa e farta.

10 de nov. de 2008

The Jesus And Mary Chain – Show Planeta Terra 2008


O show certo no espaço errado. TJ&MC nunca foi banda pra megaconcertos. Menos ainda agora que a barulheira infernal de 20 anos atrás foi domesticada e é no máximo distorção e microfonias docemente ásperas. As canções continuam belas e tristes e a voz de Jim Reid desce macia. Fosse num espaço pra umas 3 mil pessoas no máximo seria o show de 2008.